“HINO DA REFORMA”

Com tradução dos amigos Fabiano Silveira Medeiros e Diego Venancio este hino acompanha o lançamento de meu livro “Pilares da Fé”, a ser lançado por Edições Vida Nova em maio deste ano.

Só na Bíblia vou confiar, nela o seu querer buscar.
Podem tradições ruir, sua Verdade vai seguir.

Só por fé eu viverei, pelos méritos do Rei.
Eu só conto com Jesus, que por mim morreu na cruz.

Só a Deus, só a Deus a glória dá
sua igreja que remiu e adotou!
Libertou-nos e nos guarda ’té chegar ao lar!
Só a Deus, só a Deus a glória dou!

Só por graça nos salvou — o alto preço ali pagou;
nenhum feito que eu granjear pode me regenerar.

Só em Cristo sempre estar, firme Pedra Angular.
Reis, demônios vão bradar; ele sempre vai reinar.

12 DE MAIO DE 2016: UM DIA PARA NÃO ESQUECER!

A música Wind of Change, da banda alemã Scorpions, de 1990, celebra a glasnost na União Soviética, o fim da Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989.

“The wind of change blows straight
Into the face of time
Like a stormwind that will ring
The freedom bell for peace of mind
Let your balalaika sing
What my guitar wants to say

Take me to the magic of the moment
On a glory night”

Que venham os ventos de mudança!

[Esta música é parte de “Acoustica”, o concerto acústico do Scorpions gravado em fevereiro de 2001, no Convento do Beato, em Lisboa, Portugal]

UM DIA PARA NÃO ESQUECER!

Entre 3,5 a 6 milhões de manifestantes na rua protestando contra o PT e pedindo o impeachment de Dilma Rousseff.

Já é a maior manifestação acontecida na história do Brasil.

Que venham os ventos de mudança!

[A música Wind of Change, de 1990, celebra a glasnost na União Soviética, o fim da Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989]

“JESUS DAS CICATRIZES”, por DIEGO VENANCIO

Um poema lindíssimo, escrito após os horrores da I Guerra Mundial, cantado por um precioso irmão em Cristo, Diego Venancio.

“Jesus das Cicatrizes”

Se nunca o buscamos, Te buscamos agora;
Teus olhos brilham no escuro, nossas únicas estrelas;
Devíamos ver as marcas do espinho em Tua fronte,
Temos de ter a Ti, ó Jesus das Cicatrizes.

Os céus nos assustam; pois estão muito calmos;
Não temos lugar em todo o universo.
Nossas feridas doem; e onde está o bálsamo?
Senhor Jesus, por Tuas Cicatrizes, dá-nos Tua graça.

Se, quando as portas se fecham, Tu estás perto,
Mostra tuas mãos, o Teu lado;
Sabemos hoje o que são feridas, não as tememos,
Mostra-nos Tuas cicatrizes, sabemos a senha.

Outros deuses eram fortes; mas Tu eras fraco;
Eles cavalgaram, mas Tu cambaleaste até teu trono;
Nossas feridas só podem ser consoladas pelas feridas de Deus,
E, além de Ti, nenhum deus tem ferimentos.

Edward Shillito (1872-1948)