A TRISTE SINA DO RIO DE JANEIRO

O populismo destruiu o Rio de Janeiro. A decadência já anunciada, quando da fusão da cidade com a Guanabara, foi intensificada pelo esquerdista Leonel Brizola, que deixou vários herdeiros políticos, todos intensamente comprometidos com a deterioração do que foi no passado a “cidade maravilhosa”.

O Rio de Janeiro, uma cidade caindo aos pedaços, ainda tem o topete de sediar as Olimpíadas. Bilhões de reais gastos num evento que vai durar exatos 15 dias, e não serviu sequer para despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas e a Baía da Guanabara. Nos hospitais (para ficar em apenas um exemplo) faltam ataduras, lençóis, leitos, remédios, equipamentos básicos. Mulheres grávidas estão alojadas no chão dos corredores de hospitais, e não há como atender novos pacientes, nem comprar remédios básicos.

Enquanto isso, estão alegres os empreiteiros e um bando de cafonas ligados ao PMDB-RJ (que é importante base de apoio da presidente Dilma Rousseff, do PT) que adora dançar de guardanapo na cabeça em luxuosos restaurantes de Paris, na França.

As opções políticas também não ajudam. Figuras como Cabral, Garotinho, Lindbergh, Pezão, Freixo, Cunha, Picciani, Romário, etc., são uma vívida ilustração da decadência que assola o Rio de Janeiro, “Cidade maravilha, / Purgatório da beleza e do caos, / (…) Capital (…) / Do melhor e do pior do Brasil”.

Feliz Natal a todos!

“Deus onipotente, que nos deste teu unigênito Filho para que tomasse sobre si a nossa natureza, e nasceste neste tempo de uma Virgem pura; concede que nós, renascidos e feitos teus filhos por adoção e graça, sejamos de dia em dia renovados por teu Santo Espírito; mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.”

[Coleta para a Natividade de Nosso Senhor, Livro de Oração Comum]

[Imagem: Gari Melchers’ The Nativity]

As esquerdas e a idolatria do Estado

O líder do PT na Câmara, José Guimarães, afirmou: “Acho que o Brasil precisa nesse momento de mais Estado e menos mercado”.

Em outras palavras, o petista quer mais governo atrapalhando a vida do povo, para depois fingir desgosto com a consequência inevitável do estatismo: os escândalos sucessivos de roubos milionários (“Mensalão”, “Petrolão”), como os investigados pela Operação Lava-Jato, e que prejudicam diretamente a população.

Para lembrar – José Guimarães (PT-CE) é aquela excelência cujo assessor foi pego no aeroporto de Congonhas-SP, em 2005, com R$ 209.000,00 numa maleta e U$ 100.000,00 na cueca.

Como disse O Antagonista, José Guimarães “é o Capitão Cueca do petismo”.

Canção infantil para o Natal de Cristo

“Este hino de Martinho Lutero foi publicado pela primeira vez em 1535. A causa da composição são os próprios filhos do reformador. Na realidade, trata-se de peça natalina. Ante o altar, apresentavam-se Maria, José, anjos e pastores, cercando a manjedoura. No hino, Lutero dramatiza o Evangelho de Natal. As estrofes 1-5 são cantadas pelo anjo; todos respondem com a estrofe 6. Então, as crianças se aproximam da manjedoura e cada uma delas canta uma estrofe. Para tanto são usadas as estrofes 7 a 12. A estrofe 13 é cantada por todos, em conjunto. A estrofe 14 está a indicar que, para finalizar, todos se davam as mãos e dançavam ao redor da manjedoura.

O hino encontra-se em Hinos para o Povo de Deus, nº 15 e no Hinário Luterano, nº 26″

[Fonte do texto e hino: http://www.lutero.com.br/novo/hinos_5.php].

1 – Eu venho a vós dos altos céus, Trazendo anúncio bom de Deus;
Da boa nova hei de cantar, Quero exaltar e jubilar.

2 – Menino lindo vos nasceu, Maria foi que à luz o deu;
É tão pequeno, terno e bom! Cantai louvor em claro tom!

3 – É Cristo, Deus, nosso Senhor, Liberta-vos de toda dor;
Vem mesmo para vos salvar E do pecado vos livrar.

4 – Felicidade singular O Pai vos soube preparar:
No Reino podereis entrar, Conosco sempre lá morar.

5 – Atentem! este é o sinal: No cocho, em fraldas, muito mal
Deitado está o que mantém O céu e a terra, e os sustém.

6 – Ó vinde todos jubilar, Com os pastores adorar
Olhai o que Deus Pai nos deu O bem-amado Filho seu.

7 – Vem, olha bem: que vês ali Nesta lapinha pobre aqui?
O menininho, quem será? É o Jesusinho que Deus dá!

8 – Ó sê bem-vindo, meu Senhor! Não desprezaste o pecador!
Tu vens comigo aqui sofrer – Como te posso agradecer?

9 – Ó Deus, de tudo o Criador, Como te humilhas, meu Senhor
Que em palha vieste te deitar P’ra vaca e burro alimentar.

10 – Se o mundo fosse bem maior, De prata e ouro – que esplendor!
Lugar não ia oferecer P’ra de bercinho te servir.

11 – O teu veludo e sedas são Fraldinhas, palha em duro chão.
São tua pompa, o reino teu, Como se fosse o próprio céu.

12 – Isso fizeste, Rei sem par, Para a verdade nos mostrar
Que toda glória, bens, poder Perante ti não têm valor.

13 – Amado Jesusinho meu, Vem tu fazer o berço teu
Bem fofo no meu coração, Jamais te esquecerei então.

14 – Alegre sempre eu estarei, Feliz, dançando, exaltarei.
De coração te vou cantar Suave canto de ninar.

15 – Louvor e glória ao Pai no céu, Que o Filho amado ao mundo deu! Os anjos jubilando estão, Nos cantam ano novo e bom.

[Imagem: “Adoration of the Shepherds” by Gerard van Honthorst, 1622.]

John Knox trovejando na Escócia

“Se os seus príncipes excederem os seus limites, Madame [Mary], sem dúvida poderão ser resistidos, ainda que pela força. Pois não existe mais grande honra, maior obediência, dada a reis e príncipes, do que a que Deus ordenou… É assim, Madame, o caso de príncipes que assassinam os filhos de Deus que lhes são súditos. Seu cego zelo nada mais é que um mui louco furor, e portanto, tomar a espada das mãos deles, amarrar essas mãos e conduzi-los à prisão até que cheguem a um entendimento mais sóbrio não é desobediência contra príncipes, e sim, justa obediência, pois concorda com a vontade de Deus.”

[Citado in John Howie, The Scots Worthies, p. 55]

Sobre o depoimento de Lula à Polícia Federal

O golpe bolivariano do STF eclipsou o depoimento de Lula à PF, no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

O interessante é tentar entender como esse povo do PT governa o Brasil sem nunca saber de nada.

– “‘Num’ lembro os nome ‘di’ minhas ‘nora’ não…”

– “Olha, apareceu R$ 12 milhões na conta ‘du’ ‘cumpanhêro’… acho que foi um unicórnio cor de rosa que depositou pra ele…”

A Cidade de Deus

Os bárbaros tomaram a capital. A grande cidade caiu. Seus monumentos foram predados. As riquezas foram saqueadas. As luzes da aprendizagem e da cultura começaram a ser apagadas. A cidade dos homens virou pó. Mas a Cidade de Deus invencível, a comunidade fundada no amor, permanecerá para sempre.

Em tempos como os que vivemos, há imensa sabedoria bíblica na grande obra de Agostinho de Hipona, “A cidade de Deus” (Ed. Vozes). Recomendo este livro clássico a todos que querem usar este tempo de crise para amadurecimento e fortalecimento na fé.

Dois trechos:

“Dois amores fizeram, pois, duas cidades: o amor de si até o desprezo de Deus, a cidade terrestre; o amor de Deus até o desprezo de si, a Cidade celeste.

Uma se glorifica em si mesma, a outra no Senhor. Uma pede sua glória aos homens; para a outra, Deus, testemunha de sua consciência, é sua maior glória. Uma em sua glória levanta a cabeça; a outra diz a seu Deus: ‘Tu és a minha glória, aquele que ergue minha cabeça’. Uma, em seus chefes e nas nações que ela subjuga, é dominada pela paixão de dominar; na outra, as pessoas se prestam mutuamente serviço por caridade, os chefes dirigindo, os súditos obedecendo. Uma, em seus senhores, ama sua própria força; a outra diz a seu Deus: ‘Eu te amor, Senhor, minha força’.

Ainda: numa, os sábios, vivendo segundo o homem, procuraram os bens do corpo ou da alma ou dos dois; ao passo que os que puderam conhecer a Deus ‘não lhe renderam nem glória, nem a ação de graças que são devidas a Deus; pelo contrário, eles se transviaram em seus vãos raciocínios e seu coração insensato se tornou presa das trevas’ (quer dizer, exaltando-se em sua sabedoria sob o império do orgulho), ‘eles se tornaram estultos; trocaram a glória do Deus incorruptível por imagens que representam o homem corruptível, pássaros, quadrúpedes, répteis’ (porque à adoração de tais ídolos eles levaram os povos ou os seguiram nisto); ‘adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente’.

Na outra, pelo contrário, há apenas uma sabedoria, a piedade que presta ao verdadeiro Deus o culto que lhe é devido, e que espera como recompensa na sociedade dos santos, homens e anjos, ‘que Deus seja tudo em todos’.” (A Cidade de Deus 14.28)

“Incomparavelmente mais gloriosa é a cidade do Alto, onde a vitória é a verdade, onde a dignidade é a santidade, onde a paz é a felicidade, onde a vida é a eternidade.” (A Cidade de Deus 2.29)

ATENÇÃO: A Editora Vozes disponibiliza esta obra em formato de bolso, com ótimo preço (v. 1: R$ 34,90/v. 2: R$ 44,90), na coleção “Vozes de Bolso”.

 

Terra em transe

Numa decisão casuística, os juízes do STF (dos 11 ministros, 8 foram indicados pelos governos do PT) atropelam o Legislativo e rasgam a letra da Constituição (o caput do artigo 86 é claro). Para quê? Para tentar dar alguma sobrevida ao governo do PT, da inepta Dilma Rousseff, e à sociedade “incivil” que predou o país.

Mas tal casuísmo só aumentará ainda mais a crise pela qual o país passa.

Para citar o Ministro Gilmar Mendes: “Estamos ladeira abaixo, ontem fomos desclassificados mais uma vez, estamos sem governo, sem condições de governar, com um modelo de fisiologismo que nos enche de vergonha”.

O que os verdadeiros movimentos civis estão esperando para convocar uma greve geral?

Será que não chegou a hora da verdadeira sociedade civil, que sustenta este país, aprender com aqueles que protestaram na “Primavera de Praga” o decálogo da não cooperação?

“Não sei, não conheço, não direi, não tenho, não sei fazer, não darei, não posso, não irei, não ensinarei, não farei!”

 

Em excelente companhia

“Como são admiráveis as pessoas que se dedicam a Deus! O meu maior prazer é estar na companhia delas.” (Sl 16.3, NTLH)

Da esquerda para a direita: João Calvino, Agostinho de Hipona, Dietrich Bonhoeffer, Jonathan Edwards, R.C. Sproul, A.W. Tozer, C.S. Lewis, C.H. Spurgeon, Martinho Lutero e John Piper

Autor: Ross Schmidt

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