UMA AMOSTRA DA ESQUERDA PROGRESSISTA “EVANGÉLICA”

Para efeito didático, trago aqui alguns exemplos do nível de argumentação que alguns esquerdistas costumam assumir contra meus textos.

Quem são eles? Dois deles acham razoável que o comunista “meta uma bala na cara” de crente ou saia “matando […] religiosos desgraçados”. Esses são os únicos que não são cristãos. Todos os seguintes se declaram cristãos: professores municipais com erros de português e cheios de proselitismo; pastores que se comportam como cortesãos do PT e propagam a narrativa do “golpe”; mulheres que acreditam na síntese entre feminismo e cristianismo, mas se expressam de um modo muito pouco piedoso. Uma jovem afirma que “leu alguns trechos” da minha obra, mas mostrou desconsiderar os vínculos muito bem documentados ali entre comunismo e nacional-socialismo, que eram estados-espelho, bem como a farta bibliografia que indiquei e que compara as duas sociedades opressivas e opressoras.

Tudo isso ilustra a ira que meu livro Contra a idolatria do Estado costuma suscitar entre adeptos da extrema-esquerda. Quando escrevi os ensaios que deram origem ao livro, em 2013, um bolsista do governo PT que morava e estudava na Inglaterra publicou críticas aos mesmos num blog esquerdista. Eu lhe respondi aqui: http://bit.ly/2m9mfmI. Depois de ter criticado os textos antigos sem entendê-los – e isso só pode denotar ou dificuldade cognitiva ou desonestidade intelectual, parece que agora ele inventou a modalidade de resenhar uma obra sem ler. Além disso, acusou-me duas vezes de ter editado um de meus textos on line após a publicação de seus panfletos. Tudo isso diz muito do caráter do rapaz. Os comentários dele foram deletados antes que eu pudesse fazer printscreen, mas ele sabe o que escreveu.

Todos esses “portadores do amor universal” são adeptos devotos da igreja vermelha do politicamente correto, uma verdadeira “roda de escarnecedores”. Julgam-se superiores moral, intelectual e espiritualmente. Mas são apenas desagradáveis. Suas doutrinas são o fanatismo ideológico, a idolatria ao Estado, o ódio político, a gramática vulgar e a empulhação intelectual. São gente alheia à realidade de um país em frangalhos que eles mesmos, como propagandistas da esquerda, deixarão como legado para várias gerações de brasileiros – pois apoiaram o projeto criminoso de poder do PT, que não só fracassou, mas destruiu nossos valores e riquezas. Em suma, eles quebraram o Brasil.

Algumas dessas pessoas, apesar de se declararem evangélicas, mostram que provavelmente não são, tanto por seu linguajar e mau testemunho quanto por defenderem partidos, políticas e ideologias contrárias à fé cristã.

Que venham a conhecer o Evangelho de Cristo Jesus, que os libertará dessas mentiras e maus procedimentos.

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