O DIA D E O “JÁ” E O “AINDA NÃO”.

Hoje comemora-se os 72 anos de uma das batalhas decisivas da Segunda Guerra Mundial: em 6 de junho de 1944, os exércitos dos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá e outros aliados ocidentais desembarcaram nas praias da região da Normandia, na França, numa das ações militares mais significativas daquele conflito, para libertar aquele país da cruel ocupação alemã.

O tempo da igreja é caracterizado pela tensão entre o “já cumprido” e o “ainda não concluído”. Para explicar este aspecto do ensino bíblico, o teólogo luterano Oscar Cullmann usou como metáfora esta batalha decisiva da Segunda Guerra. A invasão da Europa aconteceu em 6 de junho de 1944, no Dia D. Nas praias da Normandia foi travada a batalha decisiva, ainda que o Dia V, o dia da vitória final na Europa, somente tenha ocorrido depois, em 8 de maio de 1945, com a capitulação alemã. Nosso Dia D já ocorreu na morte e ressurreição de Cristo, e agora esperamos o dia da vinda de Cristo, o Dia V, o Dia da Vitória, quando o inimigo será derrotado total e finalmente.

Dois filmes sobre esta batalha: O mais longo dos dias (1962) e O resgate do soldado Ryan (1998).

Três livros para quem quiser ler mais sobre o Dia D: Stephen E. Ambrose, O Dia D: 6 de junho de 1944 (Rio de Janeiro: Bertrand Brasil 2005); Antony Beevor, Dia D (Rio de Janeiro: Record, 2010); Cornelius Ryan, O mais longo dos dias (Porto Alegre: L&PM, 2013).

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[Foto tirada em Utah Beach, Normandia, França, em 2014]