ACABOU A PALHAÇADA DE WALDIR MARANHÃO

Usar o inacreditável Waldir Maranhão (PP-MA), que coleciona investigações por supostas propinas, como marionete de uma artimanha jurídica urdida pelo PT, PCdoB e AGU que teve curtíssima validade, porém alto poder de estresse, convulsão social e danos econômicos, demonstra que o desespero dos esquerdistas ultrapassou o limite do direito ao esperneio.

Waldir Maranhão, mero joguete do projeto megalômano de poder do PT, conseguiu ser mais desmoralizador à Câmara do que Severino Cavalcanti. Como disse o presidente do Senado, a tentativa de anular a sessão é “brincadeira com a democracia”. E os que usaram esse “serviçal”, como o chamou Beto Albuquerque, vice-presidente do PSB, esqueceram que não estamos mais na ditadura, que se faz por decisões monocráticas.

Amanhã a Mesa-Diretora da Câmara se reunirá para revogar o ato tresloucado do deputado chicaneiro; além disso, ele também deverá ser expulso do PP, o que inviabilizará sua continuação na presidência da Câmara. E provavelmente será cassado por seus pares. E o que Maranhão fez – supor que uma decisão monocrática pode sobrepor-se à do plenário da Câmara para salvar o mandato de Dilma Rousseff – é caso de prisão por obstrução da justiça.

Uma estrela de mortadela será sua única medalha.

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