SOMOS CHAMADOS A SER CRISTÃOS “RADICAIS”?

Cansado de apelos à uma vida cristã “radical”? “Transformadora”? “Revolucionária”? Desapontando e desencorajado com as altas expectativas estabelecidas por alguns pregadores e líderes cristãos? Este lançamento de Michael Horton, publicado por Editora Fiel, é um apelo a que sejamos cristãos comuns, vivendo vidas simples, de maneira bela, para a glória de Deus.

Um trecho de um dos primeiros capítulos:

As igrejas formam as confissões que vivem nas trincheiras cavadas e habitadas pelo Espírito, por sua Palavra, em toda a terra e por todas as gerações. Fazer parte de uma igreja, mesmo em uma tradição mais ampla, não é o mesmo que aderir a um movimento. A autonomia pessoal tem de ser rendida a uma consciência comunal do Deus trino e de sua obra na história. […] De muitas formas, é mais divertido fazer parte de movimentos do que de igrejas. Podemos expressar nossa própria individualidade, escolher nossos líderes favoritos e subir às alturas nas conferências. Podemos ser anônimos. Embora sejamos encorajados por crentes de pensamento semelhante ao nosso, não estamos presos a eles a ponto de nos sentir compelidos a carregar os seus fardos ou a aceitar a sua repreensão. Porém, essa mentalidade de movimentos nos mantém inquietos e faz parecer que a vida comum e a submissão a uma igreja seja intoleravelmente confinadora.

Ouvi Michael Horton pela primeira vez em 1996. E desde então ele se tornou um de meus escritores favoritos; penso, inclusive, que ele é o mais importante teólogo sistemático reformado do século 21. E este é mais um livro provocador e oportuno de Horton, um bonito apelo à alegria com as coisas simples e comuns da vida cristã, e à “vida corriqueira da igreja, como o batismo, a profissão de fé, a Ceia, as orações, louvor, lamentos e comunhão em comum no corpo de Cristo”.

O livro pode ser adquirido aqui: http://editorafiel.com.br/…/Simplesmente-Crente-Por-uma-v…/…

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