O ÚLTIMO BAILE

Com o Brasil se desmanchando vergonhosamente diante do mundo, me espanta que tantos que bradam ter “noções de cidadania”, “noções de República”, “noções de Estado de Direito”, etc., e que falam em deveres para com a Nação Brasileira, percam tempo com o carnaval, uma “festa” patética – ajuntamento de “gente caindo, gente vomitando, gente que mal se aguenta nas pernas; gente falando palavrões aos gritos e sendo grosseira; gente se amassando escorada nas grades”, dando “a impressão de desespero e de infelicidade crônica, num clima under-the-volcano absurdamente angustiante” (Cora Rónai).

Que Deus tenha misericórdia do Brasil, e que ele se lembre com favor dos “justos na cidade” (Gn 18.24), de “todos os joelhos que não se dobraram a Baal e toda boca que não o beijou” (1Rs 19.18).

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