A TRISTE SINA DO RIO DE JANEIRO

O populismo destruiu o Rio de Janeiro. A decadência já anunciada, quando da fusão da cidade com a Guanabara, foi intensificada pelo esquerdista Leonel Brizola, que deixou vários herdeiros políticos, todos intensamente comprometidos com a deterioração do que foi no passado a “cidade maravilhosa”.

O Rio de Janeiro, uma cidade caindo aos pedaços, ainda tem o topete de sediar as Olimpíadas. Bilhões de reais gastos num evento que vai durar exatos 15 dias, e não serviu sequer para despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas e a Baía da Guanabara. Nos hospitais (para ficar em apenas um exemplo) faltam ataduras, lençóis, leitos, remédios, equipamentos básicos. Mulheres grávidas estão alojadas no chão dos corredores de hospitais, e não há como atender novos pacientes, nem comprar remédios básicos.

Enquanto isso, estão alegres os empreiteiros e um bando de cafonas ligados ao PMDB-RJ (que é importante base de apoio da presidente Dilma Rousseff, do PT) que adora dançar de guardanapo na cabeça em luxuosos restaurantes de Paris, na França.

As opções políticas também não ajudam. Figuras como Cabral, Garotinho, Lindbergh, Pezão, Freixo, Cunha, Picciani, Romário, etc., são uma vívida ilustração da decadência que assola o Rio de Janeiro, “Cidade maravilha, / Purgatório da beleza e do caos, / (…) Capital (…) / Do melhor e do pior do Brasil”.