Lendo as Escrituras com os reformadores


Excelente lançamento da Cultura Crista Editora, sobre como os reformadores do século XVI leram a Escritura Sagrada. Timothy George trata da relação entre a Escritura e a tradição, as traduções da mesma dos originais para os principais idiomas europeus, e seu uso na liturgia e na devoção, pois, como ele escreve, “a Bíblia devia ser não somente lida, estudada, traduzida, memorizada e usada como fonte de meditação. Ela também devia ser personificada na pregação, no batismo, na Ceia do Senhor, nos cânticos, na oração e no serviço ao mundo”.

Em 1552, um ano depois de sua confissão em Worms, Martinho Lutero descreveu como a Reforma encontrou seu caminho: “Veja o meu exemplo. Eu me opus às indulgências e a todos os papistas, mas nunca pela força. Simplesmente ensinei, preguei, escrevi a Palavra de Deus. De outro modo, não fiz nada. E, então, enquanto dormia ou bebia cerveja em Wittenberg, com meus amigos Philipp e Amsdorf, a Palavra enfraqueceu tanto o papado que nunca um príncipe ou imperador conseguiu lhe causar tanto dano. Eu não fiz nada. A Palavra fez tudo.” Que renovemos nossa confiança na Escritura Sagrada!

 

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