Liberdade econômica

O capitalismo de Estado, tão ao gosto da mentalidade esquerdista, suprime a liberdade econômica no Brasil. Ao mesmo tempo, a inflação ultrapassa 8%, os juros chegam a 12,75% ao ano, há uma recessão em curso e, por causa da crise econômica resultante do dirigismo estatal, milhares estão perdendo vagas de trabalho. Além disso, 2/3 do ajuste fiscal consiste em aumento de impostos sobre a já tão combalida população, que arca com os custos pesados de um Estado corrupto e ineficiente: a carga tributária brasileira, uma das mais elevadas do mundo, chega a 36% do Produto Interno Bruto (PIB). Só a adesão cega à religião esquerdista não vê a conexão entre a liberdade econômica e o desenvolvimento de uma nação; em outras palavras, quanto menos liberdade econômica, menos riqueza para todos. Ou, colocando de outra forma: num país com menos liberdade econômica, mais riqueza será concentrada egoisticamente nas mãos de poucos poderosos. Tal sistema é maligno! Só a título de comparação: Canadá é o 6º, Chile 7º, Estados Unidos 12º e a Inglaterra é o 13º país com mais liberdade econômica. Atualmente o Brasil é o 118º país no ranking de liberdade econômica (éramos o 114º antes das eleições de 2014, quando o PT foi reeleito para o governo federal). Para ficar em poucos exemplos, Chile, México, Colômbia, Paraguai e até Botswana têm mais liberdade econômica que o Brasil. O leitor pode consultar mais informações sobre liberdade econômica, inclusive notando a conexão desta com o estado de direito, governo limitado e livre mercado, em: http://www.heritage.org/index/ranking.

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